[...]Em todo esse tempo eu apenas parei. Parei para observar o que me esperava. Só assim pude ver o entardecer entrar pela minha janela, e transparecer sobre a porta. Apenas vi o que restara de uma tarde. E tudo pareceu tão pouco, tão vago. Estava sozinha, e assim continuarei. Na mesma e contínua imensa solidão de uma lunática. Com a mesma chuva que vem e passa. Como a desilusão sobre o final. Tanto a esmo e a de cor, toda vez e toda ode.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
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