quarta-feira, 2 de julho de 2008
Novo amante
Devo estar cometendo um grande erro em dizer que com um novo amante vem-se uma nova conclusão, pois bem, não hoje, mas com ele vem a espera, a irmã mais próxima da esperança. A palavra certa para esse estado é vulnerabilidade, e enquanto isso, em queda livre a observação da iluminação que toma o meu quarto eu, como de propósito, analisava minha vida amorosa, acabara minha desilusão de um de meus casos sem rotação, e como as imagens consegüentes da iluminação, o amante conseqüente da desilusão. Eu sempre achei melhor plantar os amores platônicos, pois os outros casos, reais, me tomam a paciência, me preucupam, requer muito de ambas as partes, dificuldades que esquivo-me, mas não porque os amores platônicos são os mais improváveis. Pena que para o meu novo amante, mesmo que o próprio seja desconhecido, não posso contar mais nada sobre o que ele me fornece. Porém, é a momentânea a minha atitude, e o que de costume será um ponto final a nossa amizade, esperadamente...
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3 comentários:
bom.
desculpa se sou laconico.
você já é um velho amante.
e bom...
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